Introdução
O condomínio pode ser um ponto de apoio sem substituir a rede especializada
Violência doméstica pode se manifestar de forma física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral. Gritos, pedidos de ajuda, danos recorrentes ou mudanças de comportamento podem chamar atenção, mas não autorizam exposição, interrogatório ou investigação por pessoas não habilitadas. O papel inicial é ouvir com respeito, avaliar se existe risco imediato e conhecer os canais corretos.
Em perigo atual, a prioridade é acionar os serviços de emergência e evitar confronto que aumente o risco. Fora da emergência, informações sobre a rede especializada podem ser oferecidas de forma segura e discreta. No Brasil, o 190 atende emergências policiais e o Ligue 180 orienta e recebe denúncias. Protocolos locais devem ser revisados com profissionais qualificados e considerar a legislação aplicável, a privacidade e a vontade da pessoa atendida quando possível.
Esta foi apenas a introdução.
No curso completo, o tema avança por 5 módulos, com atividades e avaliação final para emissão do certificado de curso livre.
- 01Compreendendo a violência doméstica
- 02Sinais, escuta e acolhimento sem julgamento
- 03Risco iminente e acionamento de emergência
- 04Rede de proteção, encaminhamento e privacidade
- 05Protocolo condominial e capacitação da equipe