Conhecimento para compreender e agir melhor.
Curso de conscientização para síndicos e equipes estruturarem uma resposta segura diante de pedidos de ajuda ou sinais de violência doméstica. Diferencia observação, acolhimento, emergência e encaminhamento; aborda comunicação discreta, registro mínimo, privacidade, treinamento e articulação com a rede pública. Não forma investigadores, mediadores, profissionais de saúde ou assessores jurídicos.
Ao final, você será capaz de:
- Reconhecer as formas de violência doméstica descritas na Lei Maria da Penha sem transformar indícios em diagnóstico.
- Diferenciar acolhimento inicial, emergência policial e encaminhamento à rede especializada.
- Comunicar-se de modo discreto, respeitoso e não julgador, sem prometer sigilo absoluto ou resultado.
- Organizar fluxo de acionamento, contatos, registros mínimos e controle de acesso às informações.
- Treinar equipes para evitar confronto, exposição da vítima e intervenções fora de sua atribuição.
Onde este aprendizado pode ser aplicado
- Criar um cartão de resposta com sinais de emergência, 190, Ligue 180 e contatos locais atualizados.
- Simular com a equipe como receber um pedido de ajuda sem expor a vítima na portaria ou em grupos de mensagens.
- Definir quais fatos operacionais podem ser registrados, quem terá acesso e quando preservar imagens sem circulação informal.
- Revisar o protocolo após ocorrências com apoio jurídico e da rede especializada da localidade.
Uma jornada estruturada, módulo a módulo.
- 01
Formas de violência e sinais que exigem atenção
- 02
Escuta inicial, linguagem não julgadora e privacidade
- 03
Risco iminente, 190 e condutas que podem agravar o perigo
- 04
Ligue 180, rede local e encaminhamento responsável
- 05
Protocolo, registros mínimos, treinamento e revisão
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O certificado é emitido após a conclusão das atividades obrigatórias e a aprovação na avaliação final, conforme os critérios do curso. Ele possui código de autenticidade verificável.
Curso livre de atualização e capacitação. O certificado de conclusão não equivale a diploma, não constitui habilitação profissional regulamentada e não possui reconhecimento de curso superior pelo MEC.
Quem conduz esta formação
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Dúvidas sobre Prevenção e Encaminhamento de Violência Doméstica em Condomínios
O porteiro deve confirmar se realmente houve violência antes de acionar ajuda?
Não. Porteiro e síndico não exercem função investigativa. A equipe registra fatos observáveis, ouve o pedido sem interrogatório e aplica o fluxo previsto. Havendo emergência ou risco iminente, deve acionar o 190; a apuração cabe às autoridades competentes.
Qual é a diferença entre ligar para 190 e para o Ligue 180?
Segundo o Ministério das Mulheres, o 190 é o canal para emergência policial. O Ligue 180 oferece orientação sobre direitos e serviços da rede, informa onde buscar atendimento e recebe e encaminha denúncias. O protocolo deve deixar essa diferença visível para evitar atraso em situação urgente.
A equipe pode compartilhar imagens ou relatos no grupo do condomínio?
Não deve haver circulação informal. Relatos e imagens podem expor vítimas, familiares e terceiros. Acesso, preservação e eventual entrega devem seguir finalidade definida, autorização, registro e análise do caso, com proteção de dados e apoio jurídico quando necessário.
O síndico deve confrontar a pessoa apontada como agressora?
Não como resposta improvisada. O confronto pode elevar o risco para a vítima, a equipe e outros moradores. O curso ensina a preservar distância segura, acionar a autoridade adequada e não assumir uma atribuição policial ou especializada.
Este curso ensina atendimento psicológico ou jurídico à vítima?
Não. Ele ensina reconhecimento inicial, comunicação cuidadosa e encaminhamento. Atendimento psicológico, social, médico, policial e jurídico deve ser realizado pelos serviços e profissionais competentes.